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85% dos investidores de startups procuram boas apostas na educação 

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17/05/2016 - Informação é de uma pesquisa da Fundacity, que indica o potencial 

da educação no mercado de startups que estão surgindo no Brasil.

Por causa do ensino público precário e de muita gente buscando a rede particular, a educação se tornou o setor preferido dos investidores em startups.

O assunto é antigo, mas a escola é tão moderna que não tem nem aluno presente. A aula sai de uma sala para telinha dos computadores, tablets, e celulares. São 2,6 mil aulas já gravadas acessíveis de qualquer lugar do mundo com acesso à internet, mas vai que bate uma dúvida? Tem uma equipe que trabalha para que tudo isso seja um bom negócio.

Há três anos, o Daniel e os sócios identificaram um problema. "Os cursinhos preparatórios normalmente estão concentrados nas grandes capitais. Então existe uma imensa parcela da população que não tem quem os atenda em termos de ensino preparatório, por exemplo, para o vestibular ou concursos de forma satisfatória", conta Daniel Liebert, diretor-executivo da empresa.

As startups, como são chamadas essas empresas iniciantes, buscam explorar o mercado com atividades inovadoras. Uma pesquisa feita com 100 investidores brasileiros interessados em aplicar recursos em startups mostra que 85 procuram boas apostas na área de educação.

"As startups que ajudarem as pessoas a terem acesso à educação de qualidade com custos menores com certeza é um problema interessante para ser resolvido. Outros são startups que vão focar em melhorar a qualidade do ensino, ou ajudar o aluno a aprender melhor, ou o professor a ensinar melhor", explica o investidor Manuel Lemos.

A crise econômica também mexeu com o setor de educação e, quando o governo dificultou o acesso ao financiamento estudantil, muita gente perdeu a chance de estudar. O Bernardo de Pádua, então, criou uma startup que oferece bolsas de estudo através de parceria com universidades.

"A gente pensou em uma solução que ajudava a juntar as duas pontas, tanto alunos queriam encontrar uma forma de entrar no ensino superior quanto faculdades com vagas ociosas e precisando de preencher suas turmas", diz Bernardo de Pádua, CEO do Quero Bolsa.

O Allan conseguiu uma bolsa de 30% para estudar administração e não foi difícil porque no site tinha mais 200 mil oportunidades.

"Você faz o cadastro diz onde você mora, aí você pesquisa o curso que você quer e aí já vai dar uma lista de universidades. Você escolhe a que você deseja e é bem simples", conta o estudante Allan Porto.

Fonte: Carla ModenaSão Paulo, SP

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