Artigos

Nike x Reebok: o que não fazer na hora de expandir seu negócio

Nike-x-Reebok-o-que-nao-fazer-na-hora-de-expandir-seu-negocio-20160815113541.jpg

FAVORITO EMPREENDEDORISMO       NIKE 

 

Já pensou em expandir o seu negócio? Veja o que aprendemos com as histórias da Nike e Reebok.

 

Não é nenhuma surpresa que a Nike e a Reebok, agora comprada pela Adidas, no Brasil, não sejam melhores amigas. As duas marcas competem por mercados e públicos muito parecidos desde que foram criadas. No começo, a corrida pelo primeiro lugar era acirrada, a Reebok marcava um ponto de um lado e logo depois a Nike respondia com um golpe certeiro. Mas, de uns tempos para cá, a Reebok foi perdendo cada vez mais mercado e a Nike se viu praticamente sozinha nesse caminho para o sucesso

Para termos uma noção, entre 2015 e 2016, 283 jogadores da NBA usavam Nike enquanto apenas 6 se aventuravam com a Reebok. Se você está se perguntando como isso aconteceu, a resposta é mais simples do que parece: a estratégia de expansão da Nike se mostrou mais eficiente e estruturada que a da Reebok.

  • A expansão da Nike: uma bússola para o sucesso

O que pode parecer mágica para alguns, na verdade é o resultado de muito estudo e um modelo de inovação baseado na repetição. Isso mesmo, diferente do que muitos pensam, a Nike não sai por aí apostando em novas ideias como se não houvesse amanhã. Enquanto muitas empresas vão pelo caminho da inovação em campos muito distantes do core do negócio, a Nike opta pela reinvenção das suas vantagens competitivas que foram definidas lá atrás, quando a marca ainda dava seus primeiros passos.

A NIKE RESPIRA SUAS VANTAGENS ESTRATÉGICAS TODOS OS DIAS, FAZENDO COM QUE TODO O NEGÓCIO CAMINHE PARA UMA MESMA DIREÇÃO

E que ela ganhou com isso tudo? Um modelo que pode ser replicado para qualquer produto. Isso mesmo, não importa se a Nike quer entrar no mercado de vôlei ou golf, a estratégia é praticamente a mesma. Ficou difícil de acreditar? A gente explica:

Em 1995, a Nike decidiu que iria entrar no mercado de golf. Enquanto muitos acreditavam que a marca nunca conseguiria se estabelecer, depois de apenas 4 anos ela já tinha conquistado grandes vitórias. Primeiro, ela conseguiu que o líder de um campeonato usasse seus tênis esportivos; depois, Tiger Woods abandonou a marca número um em bolas de golfe pela Nike e, em 2001, David Duval ganhou seu primeiro torneio depois de ter trocado seus tacos de golfe pelos da Nike. E como isso prova que a empresa já sabia o que fazer? Vamos observar mais de perto.

 

A estratégia da Nike começa pelo mercado de tênis esportivos. Seu primeiro objetivo é estabelecer a marca como referência em qualidade. Depois, ela começa a apoiar os atletas mais famosos dos melhores times, como o Tiger Woods que, em 96, deu a visibilidade que a marca precisava para ganhar a confiança do mercado em seus produtos e equipamentos.

Isso tudo pavimentou o caminho que a Nike começou a percorrer em seus canais de distribuição e fornecedores. É nessa etapa que a empresa começa a lançar equipamentos de alta qualidade no mercado, impulsionando suas vendas. Ao final do ciclo, a Nike se joga no mundo e mergulha em novos mercados internacionais, como o Brasil e a Europa. 

AGORA PARE E PENSE: NÃO FOI EXATAMENTE ESSE O CICLO QUE ELA UTILIZOU PARA ENTRAR NO FUTEBOL? E NO VÔLEI?

 

Leia mais em:

Fonte: https://endeavor.org.br/erros-expansao-mercado-reebok-nike/?utm_campaign=empreendedores_engajados_news_15082016&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Imagem: teia de adjacência.

Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/erros-expansao-mercado-reebok-nike/?utm_campaign=empreendedores_engajados_news_15082016&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Leia também: O que aprendemos com a estratégia da Nestlé